Que raiva me dá este reencontro emocional... Estes jogos de ciúme e de controlo.
Que ódio me dá esta tendencia para me apróximar de bens estragados... de gente louca.
Que furia esta de não estar desligado, de me importar, de querer saber...
Odeio que me tenhas na mão, quando não fazes por merecer o quanto sofro por ti nas tuas brincadeiras.
Não me consigo afastar e não consigo continuar assim... odeio o paradoxo que criaste para nós.
Mas adoro-te.
Saturday, 10 December 2011
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